A artista valinhense Fábia Betim, 46 anos, moradora do Jardim Santo Antônio, pinta mandalas vibracionais, de acordo com o campo energético de cada pessoa, ajudando no equilíbrio pessoal ou de ambientes.
Em entrevista ao Jornal de Valinhos, Fábia explicou como funciona o processo de criação de cada peça. “Eu não tenho algo pré-concebido, simplesmente deixo a energia fluir. É como se cada pessoa tivesse dentro de si diversas formas geométricas, diversas mandalas. O que faço é colocar isso para fora, na madeira em forma de pintura”, contou.
Fábia contou ainda que a técnica usada por ela é o pontilhismo, que exige foco, concentração e a conexão interior e exterior. “A mandala também tem esse efeito. Ela é usada não apenas para decorar, mas acima de tudo para conexão espiritual, autoconhecimento, meditação, expansão da consciência”, explicou.
A artista produz peças com temas religiosos, geométricos e de cura, em que é necessário a radiestesia, uma ferramentas que permite detectar os desequilíbrios energéticos de cada pessoa, e assim trabalhar a harmonia no item.
“Através de suas cores e formas é que as energias fluem, transformando aspectos negativos em positivos, trazendo equilíbrio e compreensão para as nossas vidas”, ressaltou Fábia.
RADIESTESIA
“Para a radiestesia é utilizado um pêndulo e uma mesa radiônica. No universo nada está parado, tudo se move, tudo vibra. O que o radiestesia faz é captar energias com o auxilio do pêndulo. Nosso corpo é como uma antena capaz de se conectar a energias do ambiente, das pessoas. Por exemplo, quem nunca entrou num lugar e do nada não se sentiu bem, ou encontrou uma pessoa e mudou seu humor? Isso é uma captação energética”, explicou a artista.
Fábia contou ainda que tem uma parceria com o seu irmão, o terapeuta radiestesia Rodrigo Betim, que a ajuda em algumas encomendas.
Para acompanhar os trabalhos da artista, basta segui-la nas no Instagram @fabiabetim.
