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Valinhense deixou cargo em empresa farmacêutica para morar na Austrália

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Matheus em visita ao Coombabah Lake Conservation Park

O valinhense Matheus Henrique Facio Catellan (@macatellan), 28 anos, é formado em engenharia de produção e deixou um emprego estável no Brasil, como coordenador em uma indústria farmacêutica para estudar e trabalhar do outro lado do planeta, na Austrália.

O valinhense Matheus Henrique Facio Catellan (@macatellan), 28 anos, é formado em engenharia de produção e deixou um emprego estável no Brasil, como coordenador em uma indústria farmacêutica para estudar e trabalhar do outro lado do planeta, na Austrália.

 

Filho de Almir Catellan e Carla Denise Facio Catellan, e irmão de Thais Stella Facio Catellan, morado[1]res do bairro Jardim Santo Antônio,  Matheus se mudou para a Austrália há quatro meses para estudar inglês e trabalhar. Em entrevista ao Jornal de Valinhos, ele contou que atualmente mora na cidade de Gold Coast, no Estado de Queensland. “Trabalho na área de hospitality em um hotel da cidade. Hospitality é umas das áreas mais comuns que os imigrantes trabalham aqui”, explicou, e diz que pretende ficar na Austrália mais de um ano para finalizar os estudos e viajar.

Ele disse que uma das principais qualidades do país onde reside atual[1]mente é a segurança, estrutura e o poder de compra. Do Brasil, ele sente saudades da família, dos amigos e das pedaladas de bike aos finais de semana por Valinhos e cidades da região.

 

EXPERIÊNCIA

Ao ser perguntado de como tem sido a experiência de morar fora do país e que conselho dá para quem pretende fazer o mesmo, Matheus respondeu que a estadia em outro país tem sido excelente, por conhecer uma cultura e pessoas diferentes.

E ainda acrescentou que o sonho de sair do Brasil para estudar havia sido adiado por muito tempo por medo. “Vejo que não devemos ter medo de correr atrás dos nossos sonhos e objetivos. A gente sempre tem medo de sair da nossa zona de conforto e da estabilidade, mas o medo adia as conquistas de nossos sonhos e objetivos. A partir do momento que a gente entende que estabilidade não existe, a gente consegue arriscar mais. Nós somos adaptáveis. No Brasil eu trabalhava como coordenador de uma indústria farmacêutica da cidade, mas para conquistar novas coisas tive que abrir mão disso tudo. O medo é bem grande, mas não podemos deixar ele atrapalhar(…) E a partir do momento que a gente entende que consegue começar de novo, se adaptar, sair da zona de conforto e conquistar novas coisas, tudo fica mais fácil”, finalizou. 

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