
O prefeito Dr. Orestes (DEM) baixou Decreto nesta segunda-feira, dia 16, declarando estado de emergência no município, onde informa a suspensão das aulas e atividades escolares da rede pública. Porém, um dos artigos indicava que os professores não seriam obrigados a bater o ponto. Já em outro trecho, informava que quando os alunos voltassem às atividades, haveria reposição das aulas, onde os funcionários não seriam remunerados.
Já nesta terça-feira, dia 17, o Decreto foi alterado e passou a informar que os professores precisariam cumprir o horário de trabalho, mesmo com os alunos sem aulas, diante da necessidade da prevenção contra o covid-19 (coronavírus).
Nesta quarta-feira, dia 18, por volta das 9 horas, cerca de 50 servidores da Educação, entre professores, diretores, coordenadores e merendeiras, revoltados com a situação, realizaram um movimento em frente à Secretaria de Educação, em busca de respostas frente à situação.

Após questionamento deste Jornal de Valinhos, em nota a prefeitura informou que está enfrentando com transparência e critérios técnicos a questão do covid-19 (coronavírus) na cidade, e que reuniões diárias definirão os próximos passos e as medidas a serem adotadas. Nesta segunda-feira, a realidade era algo que pode não ser mais compatível com o dia de hoje, informou. “O decreto e a correção foram feitos com base nesse momento, em que as aulas ainda estão em período facultativo e a estrutura educacional precisa estar em pleno funcionamento. O assunto voltará a ser discutido esta semana, sempre com critérios técnicos”, informou a prefeitura.
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