COMPRA DE PRODUTOS TERÁ LIMITE EM VALINHOS
Reunião do Procon com os representantes dos supermercados da cidade

O Procon de Valinhos e representantes de supermercados da cidade definiram, na manhã desta segunda-feira, dia 23, uma lista com a quantidade máxima de produtos que cada consumidor poderá adquirir em sua compra. A medida busca promover o consumo consciente, evitar desabastecimento e garantir que os moradores tenham acesso aos produtos necessários durante a pandemia do covid-19 (novo coronavírus).

A prefeitura informou que a reunião aconteceu na sede do Procon, no Largo São Sebastião, com diretores das principais redes de supermercados de Valinhos, para estabelecerem parâmetros de prevenção à falta de produtos essenciais em meio à pandemia.

Os diretores das redes de comércio foram orientados sobre o dever de manterem o preço correto de todos os produtos, em essencial os de alimentação, limpeza e higiene. Serão fiscalizados e punidos no caso de descumprimento das leis do consumidor.

Estavam presentes na reunião os representantes das redes de supermercados valinhenses Caetano, ASP e Zarelli. Os demais segmentos de comércios também receberão e deverão seguir as orientações da reunião, destacou a prefeitura por meio de sua assessoria de imprensa.

A GCM (Guarda Civil Municipal) dará apoio em todo o processo e será solicitada em casos de desavenças e descumprimento das medidas.

 

RECOMENDAÇÕES

 

Devido à rápida propagação do vírus COVID19, as redes de supermercados fazem recomendações aos clientes:

– Idosos não devem ir aos mercados fazer compras

– Permanência de no máximo 30 minutos dentro dos estabelecimentos

– Uma única pessoa da família para realizar as compras necessárias

– Não levar crianças ao mercado

– Manter um metro e meio de distância afastado em caso de filas e dentro do mercado

– Evitar aproximação no pagamento ao caixa

– Limpar com álcool carrinhos e cestas de compras

0 resposta

    1. Boa noite cara leitora Margarida Okazaki. Procuramos o supermercado sobre esse seu questionando e a direção respondeu o seguinte: “Nossos funcionários não estão usando as luvas, pois acreditamos que assim, eles limpam frequentemente as mãos com álcool em gel que disponibilizamos para eles”.

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