O produtor, compositor e cantor valinhense, Dexter Gabriel da Costa, mais conhecido como MAROQINO, 23 anos, venceu barreiras pessoais e vem se destacando no cenário musical com suas letras autorais.

Em entrevista ao Jornal de Valinhos, o morador do bairro Bom Retiro contou que teve uma infância difícil e conturbada, com problemas familiares. “Perdi meu pai [Natanael da Silva da Costa] quando eu tinha 13 anos. Ele teve edema agudo pulmonar (…), minha mãe [Roseli Perpétua de Oliveira], entrou em depressão e não aguentou, falecendo 45 dias depois”, disse.

Muito novo, o artista teve que lidar com temas pesados como racismo, agressões e as perdas, o que, segundo ele, o fizeram amadurecer muito cedo.

Aos 18 anos, outro evento mudou os planos do cantor, quando ele foi acusado por um assalto. “Eu estava em uma praça com os meus amigos, quando me abordaram alegando um crime que não cometi (…) sou homem para assumir meus erros, mas eu não fiz aquilo e estou pagando até hoje por outra pessoa, em regime aberto”, desabafou.

O cantor ainda deu detalhes sobre sua relação com a música. “Eu comecei com 11 anos, fazendo rimas e assistindo filmes como, ‘8 mile’ e ‘Fique rico ou morra tentando’. Minha mãe ainda era viva e fomos a um estúdio profissional (…) eu não sabia se queria fazer aquilo ou se tinha talento, porém me senti bem, como uma criança dormindo do dia para a noite em um mercado, podendo comer tudo que desse na telha. O meu mercado era meu Beat [batida da música], e as minhas vontades, meus versos”, finalizou.

Para acompanhar o artista, basta segui-lo no Instagram @maroqinomc, YouTube e Spotify Maroqino.

Na infância, o artista teve que lidar com temas pesados como racismo, agressões e as perdas

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